sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Fisher está fora!

Jeff Fisher está fora!
Não é mais técnico dos Titans! Depois de 16 temporadas com o time, ele deixou o time hoje!
Go Titans!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A era Vince Young (parte 03)

Em 2008 Vince Young era um nevoeiro de desconfianças. Mais uma vez ele chegava à temporada regular como o QB titular, mas como de costume sem grandes armas ao seu lado. A linha ofensiva já havia atingido a maturidade necessária para brilhar e Lendale White era um RB seguro, mas o grupo de receptores era fraco, um dos piores da liga. No draft, Tennessee pela segunda vez consecutiva escolhe o jogador mais rápido do recrutamento, o RB Chris Johnson. Ao contrário do Chris Henry, CJ prometia muito e jogando ao lado do titular Lendale White, a dupla poderia aterrorizar a liga.
Logo no primeiro jogo do ano contra o Jaguars uma contusão no joelho afasta Vince Young por oito semanas. No seu lugar, Kerry Collins entra em campo e leva ao Titans a 9 vitórias consecutivas, o título da divisão e a melhor campanha da AFC. No banco, desmotivado e desinteressado, Vince Young mostra toda a sua imaturidade. Na segunda rodada ele some, sua mãe aflita liga para Jeff Fisher que é obrigado a relatar o caso a polícia. Um ano antes, o QB havia dito aos repórteres que ele pensou em se aposentar após o seu ano de calouro, tamanho a pressão que ele sofria. Acredito que foi nesse momento que o Jeff Fisher passou a desconfiar da real capacidade do QB levar o time a vitórias. Dentro de campo Vince Young era guerreiro, ativo, mas fora parecia uma criança mimada, que sentia falta da bajulação que ele tinha no Texas.
Já classificado e sem nenhum motivo para colocar os titulares em campo, na última rodada Vince Young teve oportunidade de jogar contra os Colts em Indianápolis. Jogando ao lado dos reservas, ele não conseguiu produzir nada e mostrou pouca ou nenhuma vontade.
Sendo titular em apenas uma partida e sabendo que em 2009 seria reserva, a próxima temporada era a mias difícil para Vince Young.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Seria o começo do fim?

Os Eagles acabam de adquirir Jim Washburn, que estava com 12 anos com os Titans, talvez o melhor técnico de linha defensiva da NFL!
Como Jeff Fisher vai conseguir um novo cara que chegue perto da qualidade do Wash com apenas um ano de contrato para oferecer?
Duvido muito que Haynesworth, 24 sacks com Washburn e que estava fazendo lob prá voltar a Tennessee, retorne prá lá agora!
David Ball (11,5 sacks em três anos com Washburn), Jacob Ford (15,5 sacks em três anos) e Jason Babin (12,5 sacks este ano), estão sem contrato e, provavelmente, não voltarão aos Titans!
Esta foi uma grande perda ... e ainda vai ter mais, por que, entre os técnicos, apenas Jeff Fisher e o OC tem contrato este ano com os Titans, o serviço lá é instável pq o dono do time já disse que se Fisher não vencer este ano ele está na rua e Fisher é o responsável por contratar os Técnicos, dificilmente alguém bom de verdade vai prá Tennessee numa situação destas e quem puder vai ralar, como aconteceu hoje!!!
Jeff Fisher está numa enrascada! E nós vamos sofrer este ano, se houver temporada!
De qualquer maneira é um dia triste!
Seria o início do fim de Jeff Fisher nos Titans?
OREMOS!
Go Titans!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

A era Vince Young (parte 02)

Quando a temporada 2007 começou, a torcida do Titans estava eufórica e muito confiante com o desempenho do seu QB titular. Após vencer o prêmio de calouro do ano, era impossível não estar confiante com o que Vince Young poderia fazer dentro do campo. A diretoria do Titans parecia compartilhar dessa expectativa, já que na off season deixou o ataque se enfraquecer. O RB Travis Henry foi para o Broncos, o WR Drew Bennett para o Rams e no draft nenhum WR nas principais escolhas. A diretoria preferiu Michael Griffin, safety da Universidade do Texas. A escolha foi acertada, Tennessee tinha uma secundária fraca e precisava de reforços. Sem grandes talentos ao seu lado, Vince Young iniciou a temporada como o principal nome do ataque, determinado a levar o time à pós-temporada depois de três anos.
Na primeira semana, uma boa vitória contra o Jaguars, adversário direto na briga pelo título da divisão. Na rodada seguinte o Titans estreava no LP Field contra o seu principal rival, o Indianápolis Colts. A partida foi dura, Tennessee jogou muito bem e as surras do Colts pareciam ter tido fim. No final o jogo o time de Peyton Manning saiu de campo com a vitória, mas por apenas dois pontos de vantagem. A segunda-feira seguinte guardava grandes emoções. O Tennessee estava de volta ao horário nobre da televisão americana e viajava a New Orlean para enfrentar os Saints no Monday Nigth Football. Com grande atuação da defesa, principalmente do LB Keith Bulluck, o Tennesse passeou em campo e chegou a bye week com duas vitórias e uma derrota.
Após a semana de descanso, o próximo adversário era o Atlanta Falcons, sem o astro Michael Vick, preso antes da temporada. Mesmo enfrentando um adversário fraco o jogo foi equilibrado, motivo de muita preocupação para a torcida. O setor ofensivo não estava produzindo como o esperado, principalmente Vince Young. Lendale White liderava o ataque terrestre, mas o mesmo não era tão eficiente como antes. O veterano Chris Brown não apresentava grandes resultados e o calouro Chris Henry estava sempre inativo. Na semana seguinte contra o Tampa Bay na Florida veio à segunda derrota da temporada. Mais uma vez o ataque se mostrou anêmico e Vince Young acabou saindo contundido no fim da partida. Coube ao veterano Kerry Collins liderar o Titans, mas no final do jogo o experiente Jeff Garcia conseguiu posicionar o Bucs para o field goal da vitória. Novamente sem Vince Young, o Titans conseguiu derrotar o Texans em Houston, com direito a um show de Rob Bironas. O kicker bateu o recorde de field gols convertidos em uma única partida. Foram 8 ao total, prova da ineficiência do nosso ataque, principalmente na red zone.
Com Vince Young de volta, o Titans conseguiu mais duas vitórias consecutivas, contra Raiders e Panthers. Apesar dos triunfos, o QB não vinha jogando nada bem. O que se via era interceptações atrás de interceptações. A tão sonhada evolução do QB parecia estar indo por água abaixo. Depois de perder para o Jaguars em casa, o Tennessee voltava ao Monday Nigth Football, agora contra o Broncos em Denver. Jogando sem o seu principal jogador de defesa, Albert Haynesworth, o Titans não conseguiu segurar o ataque adversário. Sem BigAl foram três derrotas consecutivas e se discutia o real valor do time.
Com o seu grande jogador de defesa voltando a ativa, o Titans conseguiu superar o Texans mais uma vez e continuava vivo na briga por uma vaga na pós-temporada. No próximo domingo o jogo era decisivo. Tennessee recebia o San Diego Charges e o como sempre foi disputado. Depois de abrir 17 x 3 o Titans permitiu o empate do Charges e acabou sendo derrotado na prorrogação. Com a derrota, a equipe não dependia mais dos seus esforços para chegar aos playoffs. Era preciso uma derrota do Browns e ela veio. Bastava ao Titans derrotar Chiefs, Jets e Colts. As vitórias vieram, na última rodada Indianápolis entrou com time reserva e mesmo assim Tennessee encontrou muitas dificuldades para derrotar o seu rival.
Com um desempenho medíocre, muito abaixo do esperado, Vince Young conduzia o Titans à pós-temporada depois de três anos. O adversário seria o Charges em San Diego. Após terminar o primeiro tempo na frente, Tennessee não conseguiu segurar os Charges na etapa final. O ataque como em toda temporada foi ineficiente, produzindo apenas seis pontos. Após a derrota, Vince Young saia de sua segunda temporada na liga com 10 vitórias e 5 derrotas, números que escondem o verdadeiro desempenho do QB dentro do campo. Apesar de não contar com grandes talentos ao seu lado, tal performance é inaceitável.
Ao final do ano, Jeff Fisher anunciou que Norm Chow não seria mais o coordenador de ataque, no seu lugar, teríamos a volta do Mike Heimendinger. Esperança renovada ou mais desconfiança????

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A era Vince Young (parte 01)

Recrutado em 2006, Vince Young chegou no Tennessee com status de fenômeno, o QB da Universidade do Texas havia chocado o mundo quatro meses antes no Rose Bowl. Jogador mais valioso daquela final, para muitos o melhor jogo da história, o jovem subiu nos scouts e levou sua universidade ao título universitário depois de uma seca de 46 anos. Após a magistral atuação, ele desbancou os favoritos, Matt Leinart e Jay Cutler e foi o primeiro QB a ser escolhido no draft.
Dizem as más línguas que Jeff Fisher e o antigo General Manager do Titans, Floyd Reese, preferiam Cutler, jogador de Vanderbilt, universidade localizada em Nashville. Porém o pedido veio de cima, Bud Adams queria Vince Young. O dono do time acreditava que o camisa 10 dos Longhorns poderia substituir o maior jogador da franquia, Steve Mcnair. A ordem foi acatada e na terceira escolha do draft universitário de 2006, o Tennessee Titans escolheu Vince Young, QB da Universidade do Texas.
Ciente que Vince Young estava cru para NFL, Jeff Fisher anunciou que Billy Volek seria o QB titular do Titans na temporada regular. Depois de péssimas atuações na pré-temporada, o eterno reserva de Steve Mcnair foi trocado com o Charges e restou ao Titans contratar o veterano Kerry Collins. Com apenas uma semana na equipe, Collins foi o titular do Titans nas quatro primeiras partidas da temporada. Após derrotas e inúmeras interceptações, Fisher decidiu que o calouro Vince Young seria o titular no duelo seguinte contra o Cowboys. Como esperado, o quaterback enfrentou inúmeras dificuldades, e a derrota foi inevitável. Para sua sorte, Albert Haynesworth roubou a cena depois de pisar na cabeça do center do Cowboys, André Guroude. O DT foi expulso e suspenso pela NFL. Na partida seguinte outra derrota, agora para o rival Indianápolis Colts. Apesar do infortúnio, Vince Young se saiu muito bem e o Titans foi derrotado por apenas 1 ponto. Na semana seguinte, veio à primeira vitória e fora de casa. O Tennessee derrotou o Washington Redskins por 25x22, com grande atuação do RB Travis Henry, que correu para 172 jardas. No fim da partida o Titans chegava a bye week com 1 vitória e 5 derrotas.
Depois da semana de descanso, outra vitória e a primeira do ano jogando no LP Field. A vítima da vez foi o Houston Texans, rival de divisão que deixou Vince Young passar no draft, preferindo o DE Mario Williams. Na próxima partida, em Jacksonville o Titans não foi páreo para os Jaguas e time saiu de campo com 37 pontos na sua conta. O domingo seguinte guardava grandes emoções. O duelo era contra Baltimore Ravens, antigo rival de divisão, mas o que chamava à atenção não era a rivalidade e sim o QB adversário. O jogo marcava a volta de Steve McNair ao LP Field, após o ídolo da franquia ser cortado na off season. O camisa 9 acabou migrando para o antigo rival, como Derrick Mason e Samari Rolle haviam feito. A partida foi equilibrada e Vince Young conseguiu fazer frente ao seu maior ídolo. Após a derrota, o time engrenou e conseguiu vencer as seis partidas seguintes, chegando à última rodada com condições de brigar por uma vaga nos playoffs.
InVINCEble
Dentre as seis vitórias consecutivas é impossível não lembrar dos triunfos contra New York Giants e Houston Texans. O Tennessee não tinha um grande time, a defesa era fraca, com uma secundaria limitadíssima. O ataque não dispunha de grandes recebedores e a linha ofensiva era muito inexperiente. Vince Young estava praticamente sozinho, ao seu lado apenas Travis Henry e Drew Bennett, dois experientes atletas que já haviam mostrado o seu valor na liga, mas não eram TOP nas suas posições.
O jogo contra o New York Giants é épico, heróico, marcante e inesquecível. Após abrir 21 x 0, o time visitante parecia que ia golear o Titans. A defesa do Tennessee apareceu e conseguiu estancar a sangria, mas o ataque continuava anêmico, incapaz de pontuar nos três primeiros quartos. No último período, Vince Young entrou em campo determinado a virar aquela partida. Contando com ajuda defensiva do Pac Man Jones, o ataque do Titans foi soberano e marcou 24 pontos em menos de 15 minutos, um recorde da franquia. Após aquela vitória, ficou provado que o Titans não tinha o melhor QB da liga, mas dispunha de um jogador incansável, capaz de virar qualquer partida. Após chocar a NFL contra o Giants, Vince Young viajou para Houston, sua terra Natal. Após ceder o empate ir para a prorrogação, o Titans recebe faltando pouco menos de 6 minutos. Era uma 3º para 13, o time precisava de poucas jardas para chutar o field goal da vitória. Pressionado pela defesa texana, Vince Young conseguiu achar uma brecha e correu para 37 jardas, marcando o touchdown da vitória. A torcida, perplexa com o que via não teve outra reação a não ser aplaudir de pé o filho que ela havia negado meses antes. Além das duas vitórias, Vince Young ainda conseguiu virar o jogo contra o Buffalo Bills e derrotou o Colts, algoz do Titans nas últimas três temporadas.
Com todos os resultados lhe favorecendo, na última rodada bastava ao Titans derrotar o New England Patriots. Mesmo jogando nos seus domínios, o ataque do Tennessee não foi páreo para a defesa adversária e viu o sonho da pós-temporada ficar para o ano seguinte. Com um record de 8 vitórias e 4 derrotas, Vince Young saiu de campo com a cabeça erguida, e conquistou o prêmio de calouro do ano, o que alimentava ainda mais as esperanças em relação ao seu jogo.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Fisher FICA!

Após anunciar que VY não é mais jogador do Titans, Bud Adams confirmou nessa sexta-feira que Jeff Fisher continua como head coach do Titans. O treinador com mais de 16 anos na franquia, continua no seu cargo até o fim do seu contrato (2011). A renovação depende e muito do desempenho da equipe em campo.

A permanência de Fisher já era um fato consumado após a saída do Vince Young. O head coach venceu essa queda de braço e entra na próxima temporada com a corda no pescoço. O resto do coaching sttaf ainda passa por avaliação. Tudo indica que o fraquíssimo Chuck Cecil deve deixar o cargo de coordenador defensivo.

GO TITANS!!!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Vince Young fora dos Titans em 2011

Depois desta temporada de quebrar o coração, Fisher encontrou outro bode expiatório: Vince Young (ele fez o mesmo com o coordenador ofensivo a alguns anos atrás).
Bem, a verdade é que Jeff Fisher nunca gostou de Vince Young, ele só foi draftado por que Bud Adams forçou isto, e outra verdade é que VY não conseguiu se encaixar no sistema dos Titans, triste, pq o garoto tem potencial, ainda me lembro da festa que fiz no dia que ele foi draftado, por que tinha acabado assistir à final do campeonato da NCAA de 2006 e ele arrebentou, simplesmente acabou com o jogo, foi dominante e, eu achava que este domínio se traduziria para a NFL.
Não aconteceu com os Titans, pode ser que aconteça no futuro, quem sabe!
Na minha opinião a decisão foi acertada! Eu gosto do garoto, mas ele não estava funcionando aqui, a OL e os TEs não gostavam dele (na minha opinião por influência do Kevin Mawae + alto número de sacks cedidos) e ele não gostava do FO que não gostava dele, e a coisa toda era muito complicada!
Particularmente acho que Bud Adams deveria demitir Jeff Fisher também ... limpar a casa. Ele seria um bom técnico em outro lugar, simplesmente está na hora de começar de novo e já que teremos um novo QB, pegamos um novo Técnico e deixa arder, podemos ficar três anos reconstruindo as coisas, mas acho que o resultado seria melhor!
É isto!
Go Titans!

PS.: desculpe a falta de posts, sem tempo!